Sexta-feira, 10 de Abril de 2009

Ratazanas invadem São Paulo

09 de abril de 2009 • 16h51 • atualizado às 20h37


O Centro de Pesquisas Agropecuários do CEAGESP (CPAC) , em São Paulo, alerta com essa insólita descoberta. As até então inofensivas e carismáticas capivaras surpreenderam a todos na ultima terça, quando os pesquisadores descobriram que tais roedores na realidade se tratavam de ratazanas. "Ficamos chocados. Tal mutação nunca antes havia sido registrada." relata Doutor Mathias Bastos, biólogo do instituto.
Estudos estão sendo realizados para determinar o que causou o super crescimento do Rattus norvegicus, nome cientifico para rato-marrom, rato-castanho, ou ratazana.
"Esses animais surgiram em nosso rio no final da década de 90, e hoje conta com mais de 5 mil indivíduos entre as margens do rio Tietê e Pinheiros. Nunca antes havíamos suspeitado dessa mutação, o tamanho descomunal dessas ratazanas e a falta de rabo característico nos deixou perplexos." continua Mathias.
Mutações geram variações no conjunto de genes da população. Mutações desfavoráveis (ou deletérias) podem ter sua freqüência reduzida na população por meio da seleção natural, enquanto mutações favoráveis (benéficas ou vantajosas) podem se acumular, resultando em mudanças evolutivas adaptativas. Por exemplo, uma borboleta pode produzir uma prole com novas mutações. A maioria dessas mutações não terá efeito. No entanto, uma delas pode mudar a cor dos descendentes desse indivíduo, tornando-os mais difíceis (ou fáceis) de serem vistos por predadores. Se essa mudança de cor for vantajosa, a chance dessa borboleta sobreviver e produzir sua própria prole será um pouco maior, e com o tempo o número de borboletas com essa mutação constituir formar uma maior proporção da população.
"Ao que tudo indica, em algum momento, esses indivíduos triplicaram de tamanho, e perderam a cauda para evitar suspeita. Não sabemos o que ocasionou essa transformação, mas estamos fazendo testes nas águas para determinar se houve um fator químico ou radioativo no rio que ocasionou esse crescimento." completa.
Estamos diante de uma das maiores descobertas da ciência moderna. Tudo indica que essas ratazanas são próprias para consumo humano, e os moradores próximos aos leitos dos rios já estão aderindo à idéia. É o caso de Rosângela Martins, moradora de Osasco, que há meses utiliza a carne dessas ratazanas em churrascos de fim de semana.
"Acreditávamos se tratar de capivaras, que tem a carne muito saborosa." Explica. "Nunca senti nada diferente no seu sabor."
As experiências continuam, e nos próximos meses será revelado à comunidade os fatores que ocasionaram a mutação. Enquanto isso, pede-se ao público cautela ao capturar os roedores.


Fonte Terra

 

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descrataquizado por oddie às 02:55
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